quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

LEMBRANÇA URSO

Esta dica é muito legal. Eu fiz há algum tempo para minha turma e foi um sucesso. Confira!
lembrancinhas para dia das crianças com pirulito

Os ursinhos gulosos vem com pirulitões na boca e ficam uma graça depois de prontos, com moldes é bem fácil de fazer! Faça em EVA ou no material que você preferir. Fiz os moldes pra facilitar  o trabalho de vocês. Tem moldes no fim da postagem. Veja outra dica parecida, doblog da Alessandra.

A Alessandra fez o ursinho com EVA atoalhado, ficou lindo! Tem moldes também.
lembrancinhas para dia das crianças com pirulito


Até breve com outras dicas!
lembrancinhas para dia das crianças com pirulito


Read more:http://www.pragentemiuda.org/2007/01/ideia-de-lembrancinha-ursinho-guloso.html#ixzz3QAXtvdOi

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Situação Problema







PARA VER TODO O CONTEÚDO CLIQUE NO LINK :

https://picasaweb.google.com/110248024670269506046/SituaOProblema#5167316133191506834



Aprenda a fazer um delicioso bolo de pão de queijo

Ingredientes:
500 g de polvilho doce
300 g de queijo parmesão
1 colher de sopa de óleo
1 colher de fermento
6 ovos
Sal a gosto
240 ml de leite
Modo de preparo:
1. Bater todos os ingredientes na batedeira
2. Untar a forma com óleo e polvilho doce
3. Colocar a mistura na forma untada
4. Levar ao forno por 25 minutos em 160ºC e servir ainda quente

http://vogue.globo.com/lifestyle/gastronomia/noticia/2016/12/aprenda-fazer-um-delicioso-bolo-de-pao-de-queijo.html

Agente Mirim Contra a Dengue

ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA: SEQUÊNCIA DIDÁTICA: CAIXINHA DE CORREIO

ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA: SEQUÊNCIA DIDÁTICA: CAIXINHA DE CORREIO: Objetivos: ★ Trabalhar a carta como meio de comunicação; ★ Treinar a escrita do próprio nome; ★ Entender a função dos Correios e do cart...

ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA: PSICOMOTRICIDADE - SUGESTÕES PARA EDUCAÇÃO INFANTI...

ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA: PSICOMOTRICIDADE - SUGESTÕES PARA EDUCAÇÃO INFANTI...

POTE DA CALMA

Inspirado no método Montessori, que propõe a criação de um ambiente de aprendizado mais criativo, o “pote da calma” (calming jar, em inglês) é usado para acalmar crianças pequenas depois de uma situação de briga ou choro. O objetivo é distraí-los com a tinta e o glitter se movendo dentro do recipiente. Assim, eles se concentram no vidro, voltam a atenção para o efeito e têm tempo de respirar e se acalmar. Além disso, cria um momento propício para que as crianças se expressem e tentem explicar os motivos de raiva ou tristeza.

É possível fazer diversos potes, com efeitos variado. Veja o passo a passo a seguir:

Você vai precisar de:

– 1 pote de vidro ou garrafa com tampa

– 1 ou 2 colheres (sopa) de cola glitter

– 3 ou 4 colheres (chá) de purpurina

– 1 gota de corante alimentar

– Água quente

Dentro do vidro, despeje a água quente e a cola glitter. Mexa até que o glitter da cola se desmanche. A quantidade de água depende da capacidade do pote, pois você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro para agitar o conteúdo. Acrescente a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.




http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2015/11/pote-da-calma.html

TRILHA DAS CORES






http://dani-alfabetizacaodivertida.blogspot.com.br/2016/09/trilha-das-cores.html



Brincadeiras permitem que crianças conheçam o mundo e façam parte dele

Misturando a imaginação com traços culturais do passado e do presente, os pequenos põem em cena as brincadeiras. Cada um a seu modo, eles aprendem a participar de várias situações


Misturando a imaginação com traços culturais do passado e do presente, os pequenos põem em cena as brincadeiras. Cada um a seu modo, eles aprendem a participar de várias situações.

Quem é apanhado no pega-pega é eleito o pegador da vez. Enquanto a bruxa prepara poções venenosas, o príncipe apaixonado protege a princesa. E a menina que erra o passo e tropeça na corda vai ter de se casar com um moço loiro, moreno, careca ou cabeludo.
As brincadeiras são o modo que as crianças têm de se manifestar com naturalidade, conforme suas vontades e exigências. E também a maneira de elas entrarem em contato com valores e hábitos sociais antigos e contemporâneos.

Longe de ser uma simples maneira de os pequenos aprenderem as coisas (como acreditam muitos adultos), esse brincar, ora inventado, ora transmitido de geração em geração, permite que eles conheçam o mundo e passem a fazer parte dele.

"As brincadeiras são aprendizagens sociais que pressupõem processos de relações e mediações entre as crianças e entre elas e os educadores", diz Adriana Friedmann, docente do curso de pós-graduação em Educação Lúdica no Instituto Superior de Educação Vera Cruz (Isevec), na capital paulista.

Quando a amarelinha e a ciranda, entre outras atividades, têm espaço garantido na escola, os pequenos ganham a possibilidade de tomar decisões e fazer descobertas emocionais e físicas. Reunidos em grupos, eles podem trocar informações sobre os diversos jeitos que existem para pular corda, por exemplo.

Organizar brincadeiras para a turma requer nada mais que um bom planejamento, com muita pesquisa e uma boa dose de imaginação. Em geral, elas não necessitam de muitos recursos materiais para ocorrer. Os cômodos da casinha do faz de conta podem ser divididos com traços no chão, e muitas atividades - como o esconde-esconde - fazem do corpo o principal objeto.

Para incrementar o repertório da criançada, NOVA ESCOLA apresenta seis modalidades de brincadeira - correrfaz de contapularamarelinhade roda e com bola. Junte-se aos pequenos para brincar e, a partir de então, com mais intencionalidade e foco nas vivências que eles vão experimentar.


http://acervo.novaescola.org.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/brincadeiras-permitem-criancas-conhecam-mundo-facam-parte-dele-613171.shtml

ATIVIDADES SOBRE DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

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Os Super-Limpos Contra a Dengue - Dramatização




Os Super-Limpos Contra a Dengue



De Emílio Carlos



NARRADOR – Aquele começou como um dia normal para Miriam, Zeca e Júlio. (entram Miriam, Zeca e Júlio)
NARRADOR – Os três amigos resolveram passear na praça.
MIRIAM – Está um belo dia pra gente se divertir, hein pessoal?
ZECA – É mesmo, Miriam.
JÚLIO – Zeca: vamos juntar a turma pra gente jogar futebol?
ZECA – Aí: boa idéia! (os dois dão um tapa um na mão do outro)
MIRIAM – Vocês, hein?
ZECA – Ah, só uma partida, Miriam.
MIRIAM – Tudo bem: eu fico no gol.
NARRADOR – Só faltava encontrar o resto da turma. Mas... cadê a turma?
MIRIAM – Ei gente: cadê o pessoal?
ZECA – Não tem ninguém na praça!
JÚLIO – Muito estranho.
NARRADOR – Dia bonito, ensolarado, uma bela manhã ensolarada de sábado e... cadê todo mundo?
MIRIAM – É isso mesmo: cadê todo mundo?
ZECA – Algo me diz que alguma coisa estranha está acontecendo por aqui.
JÚLIO – E eu digo mais: algo me diz que alguma coisa muito estranha está acontecendo por aqui.
NARRADOR – Certo: alguma coisa muito estranha está acontecendo por aqui.
JÚLIO – Ei, a gente já disse isso.
NARRADOR – Desculpem... (limpa a garganta) Mas o que será que está acontecendo por aqui?
MIRIAM – Sim, o que será?
ZECA – O que?
JÚLIO – (olha para o Narrador) O que?
NARADOR – Não olhem pra mim. Eu sou só o narrador. Os super-heróis são vocês.
OS TRÊS – Shhhhh! Fale baixo!
NARRADOR – Desculpem por isso, Super-Limpos.
OS TRÊS – Shhhh!
MIRIAM – Ele já nos entregou.
ZECA – Então não tem outro jeito.
JÚLIO – Vamos colocar o uniforme dos...
OS TRÊS - ... Super-Limpos!
MIRIAM – Vamos lá!(Os três saem)
NARRADOR – Bem, Miriam, Zeca e Júlio, quer dizer, os Super-limpos já voltam já para resolver esse mistério misterioso. Um mistério tão misterioso que chega a ser... misterioso. Mas olhem lá: vem chegando alguém. Parece o Tiago. Mas... olhem só o estado dele.(Tiago entra com febre, passando mal. Está com dor de cabeça e parece gripado)
TIAGO – (geme) Ai... Ui... Eu não estou bem...
NARRADOR – O que aconteceu, Tiago?
TIAGO – Eu ia brincar com a turma hoje... Mas acordei passando mal... Acho que estou gripado... (senta-se)
NARRADOR – Não é possível o que está acontecendo nessa praça hoje. Olhem só: vem vindo mais alguém.(Entra Diana com os mesmos sintomas do Tiago)
DIANA – Ai... Ui...
NARRADOR – O que aconteceu, Diana?
DIANA – Eu ia brincar com a turma hoje... Mas acordei passando mal... Acho que estou gripada... (senta-se perto do Tiago)
NARRADOR – Gente: eu não acredito nisso: vem vindo mais gente aí. Oh não: é o Bruno.(Bruno entra com os mesmos sintomas dos outros dois)
BRUNO – Ai... Ui...
NARRADOR – O que aconteceu, Bruno? Não me diga: deixe-me adivinhar. Você ia brincar com a turma hoje, mas acordou passando mal e acha que está gripado.
BRUNO – Como é que você sabe?
NARRADOR – É que além de narrador eu também brinco de detetive nas horas vagas...(Bruno senta-se perto dos outros dois amigos)
BRUNO – Licença.
TIAGO – Ai...DIANA – Ui...
NARRADOR – Gente: a coisa está feia por aqui. Como é que pode... (briga com um mosquito) sai mosquito! Sai! Como é que pode tanta gente doente assim?(Os Super-limpos voltam à cena)
OS TRÊS – Super-limpos em ação! (vêem os amigos doentes)
MIRIAM – O que que é isso?
ZECA – Ta todo mundo passando mal?
JÚLIO – Ta todo mundo doente?
NARRADOR – Eles iam brincar com vocês. Mas acordaram passando mal e acham que estão gripados.
MIRIAM – Mas... todo mundo ficou gripado ao mesmo tempo?
ZECA – Isso é muito estranho.
JÚLIO – (espanta o mosquito) Sai mosquito! Sai!
NARRADOR – É, parace que ta cheio de mosquito por aqui.
MIRIAM – Isso é mais estranho ainda.
ZECA – Vamos examinar os doentes.(examinam os doentes superficialmente)
MIRIAM – É como eu temia.
ZECA – Os três tem picadas de mosquitos.
JÚLIO – Será que é o que eu estou pensando?
NARRADOR – E o que será que eles estão pensando, hein?
OS TRÊS – O mosquito da dengue!
NARRADOR – Não, eu acho que não. Isso só dá na televisão. Aqui não tem mosquito da dengue não. Sai mosquito! Sai!
MIRIAM – Nós vemos ver...
ZECA - ... com o nosso super-spray...
JÚLIO - ... de aumento!(Júlio pega o spray no seu cinto e borrifa no mosquito que está na árvore. O mosquito sai da árvore grande, com pelo menos 40 cm de tamanho)
OS TRÊS – É o Aédes Aegypt!
NARRADOR – Como é que é?
MIRIAM – O Aédes Aegypt!
ZECA – O mosquito da dengue!
JÚLIO – A gente viu no laboratório de ciências.
(o mosquito começa a sobrevoar os Super-limpos e o Narrador, que tentam espanta-lo. Depois sobrevoa o público – caso as crianças não sejam muito pequenas para se assustar. Sonoplastia: som de mosquito misturado com avião dando vôo rasante)
MIRIAM – Isso não vai ficar assim!
ZECA – Vamos usar nossos poderes!
JÚLIO – Isso mesmo!(o mosquito sobrevoa o Narrador, que fica com medo)
NARRADOR – Usem logo, pelamordeDeus! (Um a um cada um dos Super-limpos cruza os punhos apontando para mosquito e ficam lado a lado)
MIRIAM – Poder do ar!
ZECA – Poder da água!JÚLIO – Poder do solo!(Sonoplastia: sons de efeitos especiais. Pode ser de filme de naves estelares. O mosquito é atingido e cai)
MIRIAM – Viva!ZECA – Êba!
JÚLIO – U-rú!
NARRADOR – Vocês venceram!
OS TRÊS – Êba!
NARRADOR – Mas... parece que tem mais um mosquito aqui.
MIRIAM – Gente: precisamos descobrir e destruir o esconderijo desses mosquitos.
ZECA – O esconderijo deve estar aqui por perto.
JÚLIO – Olhem: ali tem uma casa abandonada.
MIRIAM – Vamos ver!
NARRADOR – Com coragem os Super-limpos atravessam a praça e chegam até a casa. E o que é que eles encontram?
MIRIAM – A-rá!
ZECA – A-rá!
JÚLIO – A-rá!
NARRADOR – A-rá o que?
MIRIAM – Eu sabia!
ZECA – Olhem só quanta coisa errada aqui!
JÚLIO – O esconderijo perfeito para esse mosquito da dengue!
NARRADOR – O que será que os Super-limpos encontram?
MIRIAM – Latas viradas de boca pra cima... (desvira as latas cheias de água)
ZECA – Pneu cheio de água... (desvira o pneu)
JÚLIO – Olha o vaso de planta aqui. O pratinho ta cheio de água. E cheio de larvas do mosquito.
NARRADOR – E olha o tambor de água aí aberto, destampado!
MIRIAM – Ta tudo errado!
ZECA – Gente: tem mosquito da dengue aqui nessa casa.
JÚLIO – Mas pode ter na sua também.
NARRADOR – Na minha casa?
MIRIAM – Sim, senhor narrador.
ZECA – Todos nós temos que nos cuidar...
JÚLIO – Pra não deixar o mosquito da dengue em nossa casa entrar.
NARRADOR – E como é que eu faço isso? Como? Como?
MIRIAM – Coisas muito simples..
.ZECA - ... que todos nós podemos fazer...
JÚLIO - ... podem eliminar esse mosquito para sempre!
NARRADOR – Êbaaaa!!!!
MIRIAM – Daqui a pouco vocês vão ganhar um folheto...
ZECA - ... que explicar como vencer a dengue.
JÚLIO – Quem ajuda a vencer a dengue levante a mão!
MIRIAM – Levante a mão bem alto!
ZECA – Muito bem!JÚLIO – Mostrem o folheto para os pais de vocês, ta bom?
OS TRÊS – (fazendo pose de heróis) Agora somos todos juntos contra a dengue!!
NARRADOR – Muito bem, Super-limpos! Gostei de ver.
MIRIAM – Nós vamos levar nossos amigos doentes para o hospital.
ZECA – Enquanto isso vocês vão receber o panfleto...
JÚLIO - ... pra lutar conta a dengue!
OS TRÊS – Tchau pra vocês! Tchau!(Os três ajudam os amigos a se levantarem e saem com eles de cena. Algumas professoras distribuem os panfletos. Sugestão: uma das professoras explicar o panfleto para as crianças – para completar a peça)

SUGESTÃO PARA O PANFLETO

O texto abaixo serve de sugestão para o panfleto a ser distribuído. 
Deve conter algumas ilustrações. A partir disso pode-se trabalhar com várias atividades, como desenhos para pintar, jogos, etc. Os termos abaixo podem ser resumidos enfocando os maiores problemas que a comunidade tem. Também podem ser feitos 2 panfletos: um resumido para as crianças e outro para os pais.Lembre-se: o mosquito da dengue gosta de água limpa. A dengue é um problema de todos nós.• Colocar no lixo latas, garrafas, potes e outros objetos sem uso que possam acumular água. Não deixá-los em quintais, nem jogar em terrenos baldios.
• Tampinhas de garrafas, cascas de ovo, embalagens plásticas, copos descartáveis ou qualquer outro objeto sem uso, por menor que seja e que possa acumular água, deve ser colocado em saco plástico, e este, fechado e jogado no lixo.
• Os pneus fora de uso devem ser mantidos secos e em local coberto, protegidos de chuva.
• Manter bem fechados latões, poços, cisternas, caixas d’água e outros depósitos de água para consumo, impedindo a entrada de mosquitos. Vedar com tela fina aqueles que não têm tampa própria.
• Não cultivar plantas em jarros com água; plantá-las sempre em vasos com terra. Colocar areia nos pratos dos vasos de plantas.
• Evitar o cultivo de bromélias e outras plantas parecidas, substituindo-as por outras, pois acumulam água em suas folhas e podem tornar-se criadouros de mosquitos.
• As piscinas devem ser tratadas com cloro, devendo ser limpas uma vez por semana. Se não forem usadas devem ser mantidas vazias ou cobertas.
• As calhas devem ser mantidas limpas e desentupidas, removendo-se folhas e materiais que possam impedir o escoamento da água.
• Lavar com bucha e manter limpos os reservatórios de água externos de geladeira, as bandejas de ar condicionado e suportes de garrafão de água mineral.
• As lajes devem ser mantidas limpas e secas.
• Lagos, cascatas e espelho d’água decorativos devem ser mantidos limpos. A criação de peixes é aconselhada, pois estes podem comer as larvas de mosquitos.
• Outra opção é manter a água tratada com cloro.
• Onde houver cacos de vidro nos muros, colocar areia em todos aqueles que possam acumular água.
• Verificar se há entupimento em ralos de cozinha, banheiro, sauna e ducha, providenciando imediatamente seu desentupimento. Se estes não estiverem sendo utilizados, mantê-los fechados.
• Deixar a tampa dos vasos sanitários sempre fechadas. Em banheiros pouco usados, deve-se dar descarga uma vez por semana.
• Nos cemitérios colocar terra ou areia nas floreiras e jardineiras, evitando o acúmulo de água e a formação de criadouros de mosquitos. • Os vasilhames para água de animais domésticos devem ser lavados com bucha, sabão e água corrente, pelo menos uma vez por semana.





http://letramentoealfabetizacao.blogspot.com/2008/04/dramatizandoos-super-limpos-contra.html











Recados de Fofas

LInks sobre Dengue

http://www.espacoeducar.net/2009/07/projeto-eu-contra-dengue.html


http://jornalzinhociep502.blogspot.com.br/p/projeto-dengue-vamos-acabar-com-isso.html


http://professorajuce.blogspot.com.br/2015/02/projeto-dengue-na-educacao-infantil.html

http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/projeto_dengue.html


http://www.pragentemiuda.org/2008/04/lembrancinhas-tema-dengue.html

http://www.pragentemiuda.org/2008/05/projeto-dengue.html


http://educacaoinfantiljonisse.blogspot.com.br/2012/04/dengue.html


http://atividadesdepatybrito.blogspot.com.br/2011/07/blog-post.html



Atividades Dengue












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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Coluna da Marcela: Picolé de Frutas com Água de Coco

Independente do lugar, se você está no Brasil, está com calor.
A virada do ano veio cheia de sol e temperaturas acima dos 30° C foi algo comum para quase todos nós nos últimos dias, certo?
A receitinha de hoje é uma ideia bem simples para ajudar a refrescar e manter a dieta nos primeiros dias do ano (e nos demais também!). É um picolé caseiro feito de frutas frescas e com água de coco (sem açúcar, sem conservantes, sem emulsificantes e nenhuma daquelas bobageiras dos picolés artificiais).
Faz e me conta?
ingredientes-1
Água de 2 cocos (use a natural, não aquelas de caixinha)
1/2 manga bem madura descascada e picada em cubinhos
1 xícara de uvas cortadas ao meio (é mais fácil com aquela sem caroço)
15 morangos picados
15 copinhos descartáveis de café
8 palitos de picolé cortados ao meio com a tesoura

modo_preparo
Tire a água dos cocos e reserve.
Disponha os copinhos em uma assadeira e adicione as frutas já lavadas e picadas neles. Eu fiz alguns com apenas um tipo de fruta e outros com mesclados.
Acrescente a água de coco em cada copinho, completando até quase tocar a borda.
Espete o palito de madeira, tomando cuidado para deixá-lo bem centralizado e na posição vertical.
Leve ao congelador por pelo menos 3 horas e pronto. Divirta-se!!
Refrescância sem consciência pesada.

http://www.sopensoemcomida.com.br/coluna-da-marcela-picole-de-frutas-com-agua-de-coco/

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ATIVIDADES MONTESSORIANAS

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sábado, 10 de dezembro de 2016

EU SOU FILHO .....


10 fatos contemporâneos para refletir sobre racismo no Brasil

Senta aqui, amiga, precisamos conversar sobre o mito da democracia racial. Precisamos mesmo!


É muito comum ouvir que não há mais racismo no Brasil. Isso poderia ser um indicativo de que realmente vivemos a sonhada democracia racial, mas não é! Essa visão equivocada na verdade diagnostica algo preocupante: a absoluta falta de conhecimento a respeito da realidade alheia. É preciso abrir os olhos para avaliar o que nos cerca e é preciso aprender a ouvir o outro. Só assim dá para ter mais conhecimento sobre o que é a opressão racial. Afim de refletir melhor sobre o tema chamamos ao debate Djamila Ribeirosecretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, mestra em filosofia e pesquisadora focada em política, feminismo e identidade negra.
Então aí vão 10 apontamentos para refletir sobre o racismo no Brasil de hoje.

1. A falta de conhecimento sobre o que significa a palavra “racismo”.

“Muitas pessoas confundem racismo com preconceito. Na verdade ele é um sistema de opressão que confere privilégios a um grupo racial em detrimento de outro. A ofensa racista é apenas uma das formas de sinalizar o racismo. É preciso ter uma noção mais ampla disso”, explica Djamila. Identificar esse erro comum é o primeiro passo para compreender o problema de fato.

2. Onde estão os negros?

Você já ouviu falar no “teste do pescoço”?  Trata-se de um exercício (proposto pelos ativistas Francisco Antero e Luh Souza) em que cada pessoa deveria esticar o pescoço para dentro de lugares como joalherias, hospitais particulares e universidades para ver quantos negros encontra. Somado a isso, também é imprescindível atentar-se à falta de representatividade negra na grande mídia e na política! Esse exercício simples é revelador e vai de encontro com às estatísticas da desigualdade. Para começo de conversa, o IBGE aponta que no Brasil um negro ganha, em média, 57% do salário de um branco. A população negra e parda representa 52% da população brasileira e 71% da população analfabeta (de acordo com um levantamento da UFRJ) e o IBGE indica, ainda, que os negros são apenas 0,11% dos mestres e 0,03% dos doutores no Brasil.

3. O espanto frente ao caso Maju.

Lembra do #SomosTodosMaju? Quem parou para ler a chuva de comentários nas redes sociais pode perceber que muita gente se espantou ao ver que ataques desse tipo ainda são uma realidade. Para Djamila, não adianta indignar-se e pensar que esse é um caso isolado, é preciso reconhecer o racismo como problema estrutural. “Não dá pra ter indignação seletiva, revoltar-se com o que aconteceu com a jornalista, mas calar-se quando é com o porteiro, com o menino da periferia”. A indignação é positiva, mas ela é inócua quando não existe reflexão sobre o problema. O que cada um de nós tem feito para mudar essa realidade que nos incomoda?
ReproduçãoReprodução

4. O comentário de Luana Piovani frente às ofensas sofridas por Taís Araújo.

Taís Araújo também foi vítima de ataques nas redes sociais. Na ocasião, Luana Piovani alfinetou a colega: “(…) Sacanearam ela na internet? Foi isso? Porque eu sou blaster sacaneada e xingada na net e nunca saíram em defesa (…)”, escreveu Luana no Facebook. Relativizar a discriminação é só uma amostra da falta de entendimento a respeito do racismo e da injúria racial. Não é sobre ~sacanear~, é sobre disseminar o ódio direcionado a uma parcela específica da população.

5. O mito do racismo reverso.

“Não existe racismo de negros contra brancos porque este é um sistema de opressão. Negros não possuem poder institucional para serem racistas”, aponta Djamila. Gente, precisamos falar sobre privilégios! Para quem acha que ser chamado de “branquelo” tem o mesmo peso dos ataques sofridos pelas pessoas de pele escura, basta pensar em quantas vezes você sentiu que alguém não quis sentar ao seu lado no ônibus por ficar incomodado com a sua brancura. Quantas vezes você teve medo de perder uma vaga de emprego por ser branca demais. Quantos olhares atravessados teve que encarar por ser a pessoa mais branca de todas em algum evento. O mito do racismo reverso é esdrúxulo simplesmente porque não há histórico de perseguição político-cultural voltada aos caucasianos enquanto grupo étnico. Simples assim.

6. A discriminação disfarçada.

É o bom e velho “não sou racista, até tenho amigos negros” unido ao “poxa, isso foi só uma brincadeira”. Apenas pare! Também é importante falar sobre outro problema grave: a naturalização da ofensa racista. Lembra da torcedora gremista que foi flagrada chamando o goleiro Aranha (do Santos) de macaco? Na época ela pediu desculpas publicamente e declarou“Aquela palavra macaco não foi racismo da minha parte. Não teve intenção racista. Foi no calor do jogo, o Grêmio tava perdendo”. Gente, a partir do momento em que a etnia do sujeito vira pretexto para um xingamento, você está sim sendo racista. Você está contextualizando aquela etnia de forma pejorativa e, com isso, reforçando uma ideia de menos-valia. “As pessoas sequer entendem o quanto isso é ofensivo, pois aqui no Brasil a gente viveu durante muito tempo acreditando no mito da democracia racial. É preciso falar mais sobre isso, pois essa questão foi banalizada”, diz Djamila.
ReproduçãoReprodução

7. O conceito de cabelo “bom” e “ruim”.

Esse é outro flagrante da reprodução de conceitos culturalmente estabelecidos para desvalorizar as características étnicas dos negros. Pare e pense: baseado em que é legítimo afirmar que um cabelo é melhor do que o outro? Com isso, também é importante compreender que o resgate do cabelo afro (a chamada transição capilar) é muito mais do que uma simples tendência de moda. Esse movimento diz respeito a uma revolução muito maior! “A nossa beleza foi estigmatizada, pois há um padrão eurocêntrico de beleza que inferioriza o negro. Valorizar as nossas características é um ato político, pois estamos indo contra esse padrão. Também vale lembrar sobre a importância de ver a beleza negra como algo diverso. Não existe uma única beleza negra, nossas características são muito variadas”, comenta Djamila.

8. O não-cumprimento da lei 10.639.

Você sabia que existe uma lei prevendo que a história e a cultura afro-brasileira sejam ensinadas em todas as escolas do Brasil? Essa lei está em vigor desde 2003, mas ainda é pouco fiscalizada. Segundo Djamila, alguns municípios fazem o acompanhamento junto às escolas, mas não há esforços à nível estadual e nacional. “A escola poderia ser um espaço muito importante de mudança, mas acaba sendo um ambiente de reprodução da mentalidade opressora”.
ReproduçãoReprodução

9. O desrespeito às religiões de matriz africana.

A tolerância religiosa é outro mito contemporâneo. Na política, o mesmo grupo que defende o direito à livre expressão das convicções cristãs é aquele que persegue religiões como umbanda e candomblé. Há poucas semanas, vereadores evangélicos de Petrolina/PE pediram ao Ministério Público que retire do Rio São Francisco as imagens de Iemanjá e do Nego D’Água, inauguradas há três anos. Eles alegam que as esculturas ferem a constituição, já que o rio é laico e não deveria estar ligado a religião alguma. A contradição tacanha é facilmente perceptível, uma vez que esse mesmo rio leva o nome de um santo católico. Mas isso parece não incomodar os vereadores. Se essa premissa da inconstitucionalidade fosse aplicada à risca, nem o Cristo Redentor escaparia! “A mitologia negra foi historicamente demonizada e essa é mais uma das facetas do racismo estrutural. As pessoas sequer se dão conta disso, pois essa demonização já foi naturalizada”, aponta Djamila.

10. O mapa da violência no Brasil.

Divulgado esse mês, o mais recente levantamento do Mapa da Violência fala especificamente sobre homicídio de mulheres. É muito assustador ver que, por mais que o número de homicídios de mulheres brancas tenha diminuído, a soma total de homicídios cresceu, tamanho foi o aumento do número de vítimas negras. Ou seja: nem mesmo a diminuição dos casos envolvendo brancas conseguiu fazer com o total de homicídios diminuísse. Entre 2003 e 2013, os homicídios contra mulheres brancas caiu 11,9% e o de negras aumentou 19,5%, o que acarretou num aumento total de 8,8%.
Mapa da Violência 2015 - Homicídio de mulheres no BrasilMapa da Violência 2015 – Homicídio de mulheres no Brasil
Já em 2013, o Mapa da Violência (no estudo intitulado Homicídios e Juventude no Brasil) informou que os negros representam 71,4% das pessoas assassinadas em nosso país. Em entrevista ao UOL, o coordenador das pesquisas Julio Jacobo Waiselfisz explicou o fenômeno: “Na prática, a população branca que tem mais recursos paga por uma segurança extra. Isso acontece nas lojas, nos shoppings para onde esse público vai. Na realidade, a população branca acaba tendo acesso a duas formas de segurança: a do Estado e a privada”.
Na teoria, a Constituição Federal prevê direitos iguais a pessoas de qualquer etnia. Na prática, infelizmente a realidade ainda é outra. E a gente precisa falar mais sobre isso. Todos nós! Se você não sente na pele a opressão racial, logicamente você não deve querer protagonizar essa luta, mas, como explica Djamila, pode contribuir para que ela ganhe força: “A pessoa branca está acostumada a ser representada em todos os espaços, por isso ela precisa aprender a ouvir o outro lado. A escuta é muito importante para compreender e respeitar a vivência negra”. Primeiro dar espaço à voz do outro, depois refletir sobre nossas atitudes individuais e, por fim, mudar o comportamento no dia a dia. Não espere que uma personalidade seja atacada para demonstrar solidariedade, reprima o racismo hoje mesmo. E sempre!


http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/10-fatos-contemporaneos-para-refletir-sobre-racismo-no-brasil/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Conhecendo mais o método Braille

A vida dos cegos melhorou bastante após o desenvolvimento do Sistema Braile. Dispondo de um processo fácil de leitura, o gosto pelos livros estendeu-se amplamente entre os cegos e ocupou um lugar importante na sua vida. O conhecimento intelectual, sob todas as suas formas (filosofia, psicologia, teologia, matemáticas, filologia, história, literatura, direito e outros), tornou-se mais acessível aos cegos. Os benefícios do Sistema Braile estenderam-se progressivamente, à medida que as aplicações revelavam todas as suas potencialidades


Cada célula braille possui 6 pontos de preenchimento, permitindo 63 combinações. Alguns consideram a célula vazia como um símbolo também, totalizando 64 combinações. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos.
Cada ponto da célula recebe um número de identificação de 1 a 6, iniciando no primeiro ponto superior à esquerda, e terminando no último ponto inferior à direita, no sentido vertical.

O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual certas células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras freqüentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto.
Nos dias de hoje as novas tecnologias apresentam aplicativos para valorizar o Sistema Braile. A drástica redução de espaço proporcionada pelo Braile eletrônico é exemplo disso. Um livro em Braile com 2000 páginas, no formato A4, por exemplo, pode ocupar um CD. Uma vez introduzido no computador, o usuário tem ao seu alcance toda a informação não gráfica disponível, que pode ler através de um terminal Braile. Um outro exemplo é a facilidade de imprimir textos em Braile. Introduzidos no computador, os textos podem ser submetidos a um programa de tratamento específico e sair numa impressora Braile.
Há também computadores que já conseguem traduzir do Braile e para o Braile. Atualmente há até alguns que conseguem imprimir páginas em frente e verso, reconhecer voz e transformá-la em Braile, entre outros recursos que facilitam o acesso de cegos à informática. Há também capas para teclado com as teclas em Braile. Estas se encaixam no teclado de modo que o cego pode digitar normalmente.

Há ainda outros equipamentos como brinquedos de montar, relógios que permitem a verificação das horas por meio do tato, e outros. Há equipamentos que não utilizam o Braile e sim o som, para que os cegos possam ter melhor acesso. Muitos sites, computadores, e sistemas em locais públicos, já fazem uso desse método.

Está cada vez mais comum a presença de livros sonoros, os audiobooks, nas livrarias brasileiras. Estes livros e a informática são muito importantes para o desenvolvimento cultural dos cegos, mas nada poderá ou deverá substituir o Braile como sistema base da sua educação. Tal como a leitura visual, a leitura Braile leva os conhecimentos que facilitam a assimilação daquilo que se lê. O Braile é, ainda, o único meio de leitura disponível para os cegos. Mesmo assim, é por meio dele que estas pessoas entram contato com a estrutura dos textos, a ortografia das palavras e a pontuação.

Segundo notícia do site dos Correios, recentemente os cegos do Brasil passaram a dispor de um serviço postal pioneiro que lhes permite comunicar-se, por escrito, com as pessoas que enxergam. O Ministério das Comunicações e a Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais perceberam a importância e a necessidade de se criar o Serviço Postal Braile, que representa grande avanço na luta pela socialização dos deficientes visuais. A iniciativa valoriza a comunicação, divulgando e ampliando o acesso ao Braile.

A transcrição é realizada pela Central de Braile dos Correios, e pode ocorrer em ambos os sentidos, tinta para braile e braile para tinta. Ela inicia suas atividades com capacidade de transcrição de 1000 mensagens por mês, desde um cartão de felicitações até uma carta. O serviço é gratuito, assim como o envio para a central de transcrições. Apenas é cobrado o valor da postagem para o destino desejado, ou seja, o mesmo valor de uma correspondêncianormal.

As correspondências a serem transcritas deverão ser enviadas a partir de qualquer agência dos Correios de todo o Brasil, para o seguinte endereço: Av. Afonso Pena, 1270 - sala 202 - Belo Horizonte/MG - Cep 30130-971 - Central de Braile dos Correios. Os atendentes das agências estão aptos a orientar sobre esse serviço.



Fonte: Documentário dobre o Bicentenário do Braile exibido no Globo News
           http://pt.wikipedia.org
http://bllogdolivro.blogspot.com.br/

HISTÓRIA DONA BARATINHA - ROTEIRO PARA PEÇA TEATRAL.



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Como alfabetizar alunos especiais? – Material do MEC aborda o assunto

Trata-se do caderno de formação Currículo na perspectiva da inclusão e da diversidade: as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e o Ciclo de Alfabetização, pertencente ao PNAIC (PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA.
• refletir sobre os principais pressupostos teórico-metodológicos do currículo no contexto das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e acerca dos diferentes espaços-tempos de criação do currículo no cotidiano escolar;
• aprofundar a compreensão sobre os princípios e os fundamentos da organização escolar em ciclos, bem como fazer uma reflexão acerca dos direitos de aprendizagem no Ciclo de Alfabetização;
• aprofundar a concepção de avaliação defendida neste programa de formação continuada, bem como compreender a importância das práticas avaliativas inclusivas no currículo;
 
• refletir sobre os desafios e as possibilidades do Ciclo de Alfabetização para as escolas do campo, dialogando com alguns limites e perspectivas da organização curricular das escolas multisseriadas;
• ampliar os conhecimentos sobre a Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, dialogando com práticas pedagógicas realizadas em turma do Ciclo de Alfabetização;
• compreender a importância da diversidade linguística no Ciclo de Alfabetização, as implicações dessa diversidade para o currículo e seus desafios na melhoria da educação básica.
Com informações do próprio caderno…

http://oincrivelze.com.br/2016/01/inclusao-mec/

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