terça-feira, 14 de abril de 2015

VAMOS BRINCAR DE ÍNDIO


Explorando a Floresta!

Objetivo específico:Identificar o espaço ocupado pelo índio (floresta) e suas características principais;
Executar habilidades motoras fundamentais de locomoção, estabilização e manipulação.

Estratégia:
Circuito de habilidades por tempo, contendo 5 estações.

Conteúdo:Conversa inicial:
Onde o índio vive? O que podemos encontrar na mata? O que vamos encontrar na nossa mata.

  1. Ponte:
    Material: Banco sueco. Tarefa: Atravessar o banco sueco de várias formas.
    Dica de equilíbrio: afastar os braços
  2. Rio:
    Material: Colchonetes. Tarefa: Saltar para o lado oposto sem molhar o pé (pisar no colchonete)
    Dica de impulsão: usar o braço
    Dica de aterrisagem: fazer a cadeirinha (flexionar os joelhos)
  3. Árvores com frutas:
    Material: Objetos pendurados, bolinhas de tênis. Tarefa: Acertar os objetos (frutas na árvore) com as bolinhas.
    Dica para arremesso: estender o braço.
    Dica para acertar o alvo: olhar para o alvo
  4. Teia de aranha:
    Material: corda elástica. Tarefa: Passar por baixo/por cima da teia de aranha (corda elástica trançada) sem tocá-la.
    Dica de execução: fazer devagar.
  5. Caminho da onça:
    Material: Cordas, arcos e cones. Tarefa: Percorrer o caminho da onça passando sobre a corda sinuosa, pisando sobre as pedras (arcos) e fazendo zig-zag nas árvores (cones)

    Obs.: As dicas apresentadas são apenas exemplos. Elas deverão ser dadas de acordo com as necessidades das crianças.
    Conversa final:O que aprendemos? Qual lugar da nossa floresta foi mais fácil? E qual foi mais difícil?
    Avaliação:
    Registro realizado pelo professor das falas das crianças, principalmente durante as rodas de conversa.
links com a continuação das brincadeiras :  



Gif de Índio

sábado, 11 de abril de 2015

Apresentação do sistema numérico por meio dos rótulos dos alimentos

Objetivo(s) Ler, comparar e ordenar números.

Conteúdo(s) 
- Investigação de algumas regularidades do sistema de numeração
- Leitura e comparação de números

- Análise das informações nos rótulos dos alimentos

Crianças da pré-escola da Escola de Educação Infantil do Ses. Imagem:Tamires Kopp
Ano(s) 
Pré-escola
Tempo estimado 
5 a 6 aulas
Material necessário 
Diferentes embalagens de alimentos.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Introdução
Algumas pesquisas mostram que as crianças relacionam os números que falam e ouvem no cotidiano com a escrita e, assim, identificam algumas regularidades que vão ajudá-las a avançar no aprendizado sobre o sistema numérico. Uma alternativa para impulsionar esse conhecimento pode estar em um recurso simples: uma coleção de diferentes embalagens de bebidas e alimentos, por exemplo.

A sugestão desta sequência didática é que, a partir do manuseio desse material, você proponha desafios aos pequenos, como procurar informações numéricas ou interpretar os números dos rótulos dos alimentos (leia reportagem do projeto "Emagrece, Brasil!" sobre como ler os dados das embalagens). Comece com a análise da data de validade, do peso e das informações nutricionais e, em seguida, proponha problemas pontuais de interpretação, produção e comparação.
Peça que as crianças tragam de casa embalagens de alimentos como cereal matinal, amido de milho, café, chocolate em pó, gelatina etc. Quando já tiver uma quantidade razoável (uma média de 5 embalagens para cada 4 crianças), divida a turma em grupos e convide os pequenos a encontrar números nos pacotes e a pensar para que eles servem.

As crianças devem explorar as embalagens e discutir nos grupos o que interpretaram. Organize uma socialização para que dividam suas descobertas, ideias e opiniões. É interessante gerar condições para que contem as hipóteses que encontraram e discutam as dos colegas. Neste momento, levante questões, como o exemplo a seguir: "Este grupo acredita que o número que aparece na frente da embalagem indica até quando o alimento pode ser ingerido. O que vocês pensam? Será que este número pode servir para duas coisas diferentes?"

Para registrar as conclusões da turma, cole uma embalagem desmontada em um cartaz e destaque os diferentes números encontrados junto das hipóteses da turma para as funções de cada um. É importante ter em mente que, nesta primeira etapa, o esperado é que as crianças descubram novas informações por meio da exploração dos materiais, por isso se preocupe em provocar questionamentos e não em dar respostas.
2ª etapa 
Encontrar o alimento mais pesado e o mais leve
Recupere o que foi aprendido na etapa anterior. Para isso, você pode usar o cartaz já elaborado. Se considerar necessário, acrescente outras informações ou questionamentos para que as crianças avancem nas hipóteses.

Em seguida, entregue quatro embalagens para cada grupo e peça que descubram os números que indicam o peso dos produtos e mostrem quais são os mais pesados. Uma dica para o sucesso da atividade é procurar embalagens que tenham a mesma unidade de medida (como "gramas", por exemplo) e números de dois ou três dígitos. Não há problema em oferecer embalagens de alimentos iguais para os diferentes grupos. Exemplo: todos podem ter uma caixa de cereais, uma de amido de milho, uma de gelatina e outra de chocolate em pó.

Durante aproximadamente dez minutos as crianças devem discutir nos grupos como solucionar o problema. Ao longo da atividade, faça uma observação minuciosa do que os pequenos estão fazendo para reconhecer quais as estratégias utilizadas por eles.

Logo após, selecione dois grupos que tenham respostas diferentes sobre o peso dos pacotes. Essa seleção atende a, pelo menos, dois objetivos: o primeiro é ver se todos consideraram o número que representa o peso do alimento na embalagem. O outro é evidenciar a maneira como as crianças compararam os números e escolheram o mais pesado. Atenção: o fundamental não é apontar erros e acertos, mas proporcionar o intercâmbio de diferentes ideias e permitir que os pequenos contem quais os critérios que utilizaram.

Considere que é possível que os grupos considerem outros valores em vez da quantia de gramas para definir qual é o mais pesado. Nessas situações, o professor pode trazer algumas embalagens para a roda e dizer coisas como: "Percebi que o grupo tal olhou para o seguinte número para saber quanto pesava esta gelatina (apontando para a data de validade). Vocês acham que esse número mostra o peso deste alimento? Para onde temos que olhar para descobrir o peso? Existem outras maneiras de descobrirmos qual é o mais pesado sem olharmos para este número?"

Esse momento serve para compartilhar uma informação que pode não ser evidente para todos e que vai ajudá-los, no futuro, a resolver novos desafios.
3ª etapa 
Ordenar os alimentos pelo peso
Novamente, relembre o que já foi feito e, em seguida, peça que as crianças organizem três ou quatro embalagens pelo peso. Para dar conta dessa tarefa, eles precisarão analisar as escritas dos números considerando o que já sabem sobre o sistema de numeração.

Esteja atento à complexidade do exercício! Se para alguns for muito difícil ordenar quatro embalagens, reduza para três ou até mesmo duas. Mais uma vez, as conclusões da turma devem ser compartilhadas. Para que os pequenos compreendam a regularidade do sistema numérico, levante pontos importantes na organização, como:

- Os números que tem menos algarismos vêm primeiro;
- O número que começa com o algarismo menor vêm na frente (no caso de números com a mesma quantidade de algarismos);
- Quando têm dois números que começam com o mesmo algarismo, temos que olhar para o segundo para saber quem vem antes


É bem provável que as crianças não utilizem a palavra algarismo, mas você pode informá-los dos nomes convencionais para que aprendam a se expressar com maior precisão.
Avaliação 
Analise se as crianças avançaram no uso social dos números encontrados nos rótulos, na leitura, na comparação e na utilização das informações, como tabela nutricional e peso, como fonte de pesquisa.  É importante também observar os critérios utilizados para fazer as comparações.

Pensando que o aprendizado do sistema numérico é sequencial, você pode analisar aspectos como: os tópicos das discussões, os equívocos das crianças, as questões que ainda poderiam ser explorados e quais outras informações podem ser incluídas nas próximas aulas.


http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/apresentacao-do-sistema-numerico-por-meio-dos-rotulos-dos-alimentos

As origens dos negros do Brasil

Entre os séculos 16 e 19, cerca de quatro milhões de homens, mulheres e crianças africanas desembarcaram no Brasil como escravos. Mas de que regiões eles vinham? Conheça as partes da África de onde eram traficados e as atividades econômicas atuais desses países


Registro de família de escravos. Milhares vieram ao Brasil durante a escravidão | Crédito: Wikicommons


A reportagem DNA identifica origem de escravos trazidos à América (VEJA Edição Digital, 10 de março de 2015) traz a informação de que os cativos enterrados há mais de 300 anos na ilha holandesa de St. Martin, no Caribe, teriam vindo de uma região que hoje engloba Camarões, Gana e Nigéria. A descoberta foi feita a partir do estudo dos esqueletos de dois homens e uma mulher encontrados em 2010 na ilha. E no Brasil, o país americano que mais escravos africanos importou entre os séculos 16 e 19? De que regiões veio essa população - em torno de quatro milhões de homens, mulheres e crianças, o equivalente a mais de um terço do volume total do comércio mundial de africanos no período?

Uma pesquisa liderada pelo médico geneticista Sérgio Danilo Pena, professor titular de Bioquímica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), analisou os genes de um grupo de negros em São Paulo e apontou que 44,5% tinham uma ancestral no Centro-Oeste da África, outros 43%, na região Oeste, e o restante (12,3%), no Sudeste. Caso não tenha sofrido mutação, o DNA mitocondrial de quem viveu há centenas ou milhares de anos é idêntico ao de um descendente. Por isso, ele é chamado de marcador de linhagem. Apesar de ter sido feito em um grupo em São Paulo, o estudo pode ser considerado uma referência para o que ocorreu no resto do Brasil, já que a cidade foi e é até hoje um pólo de migração interna no país.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado por João José Reis, professor de História da Universidade Federal da Bahia (UFBA), as regiões Centro-Oeste, Oeste e Sudeste da África contribuíram em graus variados de intensidade, dependendo do período considerado e das conexões comerciais mantidas pelos traficantes portugueses, brasileiros e africanos dos dois lados do Atlântico. Assim, os portos do Brasil podiam, por vezes, e em certos períodos, se especializar em determinadas direções do fluxo do comércio de pessoas.
Durante os séculos 16, 17 e a primeira metade do século 18, os chefes políticos e mercadores da África Centro-ocidental, em particular o território presentemente ocupado por Angola, forneceram a maior parte dos escravos utilizados em todas as regiões da América portuguesa. Na época, Portugal dominava a Feitoria de Luanda - hoje capital - e Benguela, ao sul - hoje uma província angolana. Essa região aos poucos se consolidou sob o nome de Angola. Em 1975, o país conquistou sua independência. As etnias dominantes eram os ovimbundos e ambundos. Enquanto durou o tráfico transatlântico, importantes áreas importadoras, como o Rio de Janeiro, Recife e São Paulo continuaram se abastecendo sobretudo de escravos vindos dali e, mais tarde, no fim do século 18 e começo do século 19, da costa leste africana, particularmente a área hoje ocupada porMoçambique. Desde o início do século 15, os portugueses controlavam a área - situada na atual província de Nampula, no norte. As etnias que dominavam  eram os macuas, os nhanjas e os tongas.

Os traficantes envolvidos no comércio baiano, por outro lado, a partir de meados do século 17, foram se especializando cada vez mais no Golfo do Benin (sudoeste da atual Nigéria). O fluxo atravessou a proibição do comércio de negros e continuou ilegalmente. Os portugueses haviam ali estabelecido a feitoria de Benin. O nome Nigéria - que tem relação com Delta do Rio Níger, que desemboca no sul, a sudeste do Golfo da Guiné, viria com a colonização britânica (Nigéria é a fusão das palavras Niger e area, área em inglês). A influência britânica começou justamente com o fim do tráfico, que impôs o declínio econômico dos edo, etnia predominante no local. O país passou a ter a configuração territorial próxima à atual em 1914, quando a Coroa Britânica fundiu os protetorados do Norte e do Sul, formando a colônia da Nigéria.


Diante desse histórico de relações comerciais, vale estimular a reflexão dos alunos sobre os atuais vínculos entre o Brasil e esses países africanos. Nos últimos 10 anos, a presença brasileira no continente aumentou, com a abertura de 23 novas embaixadas, totalizando 39 representações brasileiras na África. A implantação delas pode ser interpretada como uma tentativa de aprofundar laços políticos, empresariais e educacionais. Além disso, o Brasil desenvolve projetos de cooperação técnica em 40 nações do continente.

Saiba mais sobre as regiões com as quais o Brasil manteve contato comercial no período do tráfico negreiro e veja como nos relacionamos com eles hoje.

Angola

É rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro. O porto da capital, Luanda, que era uma das mais importantes portas de saída de escravos para o Brasil, hoje tem como principal atividade a exportação de café, algodão, açúcar e minerais. Graças à facilidade do idioma em comum - o português - e as boas relações políticas, intensificadas a partir do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Angola se tornou um dos principais parceiros comerciais do Brasil no continente africano, principalmente na área de construção civil. Empresas brasileiras foram responsáveis pela reconstrução do país após o fim do conflito armado, em 2002. Contudo, os investimentos têm sido duramente criticados pelas sociedades civis das duas nações por reproduzir modelos e práticas econômicas que negligenciam questões ambientais e a garantia de direitos trabalhistas.

Nigéria
A Nigéria é classificada como uma economia mista e um mercado emergente. É a 12º maior produtora e a oitava maior exportadora de petróleo do mundo, além de ter uma das 10 maiores reservas do recurso fóssil. Além dele, o território nigeriano também tem uma grande variedade de recursos minerais - embora essa riqueza natural ainda seja subexplorada. Do Golfo do Benin, no sul, partiam as embarcações negreiras em direção ao Brasil. Hoje, lá está localizado o porto de Lagos, maior cidade do país. É 0 principal da Nigéria e um dos maiores e mais movimentados da África. De lá são exportadas quantidades crescentes de petróleo cru - inclusive para o Brasil. É a nossa maior fornecedora de óleo bruto de petróleo, seguido de gás natural. Os principais produtos brasileiros exportados para a Nigéria são açúcar, arroz e etanol.

Moçambique
Tem uma economia baseada principalmente na agricultura - sendo que boa parte dela é de subsistência. Algodão, cana-de-açúcar, castanha de caju, polpa do coco e mandioca são os produtos mais fortes. O porto de Quelimane, no passado um importante centro do tráfico negreiro para o Brasil no leste africano, tem como principais funções hoje o escoamento dos produtos agrícolas e a pesca marítima. Privilegiado pela facilidade do idioma - assim como a Angola, Moçambique tem como idioma oficial o português -, o Brasil tem investimentos no país, especialmente na área de mineração de carvão.

Fontes: IBGE e Rosemberg Ferracini, professor associado dos Centros Estudos Africanos da Universidade de São Paulo (CEA/USP)
  • http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/origens-populacao-negra-brasil-848184.shtml?page=1

Aprenda a utilizar alguns benefícios que você já paga e nem sabe


melhor forma de ganhar dinheiro é parando de perder. Consertar o fogão, chamar um chaveiro à noite ou contratar um seguro-viagem para as férias são gastos imprevistos que corroem aos poucos o orçamento.
Muita gente esquece, mas tem direito à prestação gratuita desses serviços, já incluída em outros produtos pelos quais paga regularmente — seguros, planos de celular e TV a cabo e cartões de crédito. Um exemplo é o seguro-viagem, obrigatório para quem viaja para qualquer país da União Europeia.
Ele custa em torno de 500 reais para uma família de quatro pessoas durante uma semana no exterior. Embora muita gente pague sem questionar, o seguro-viagem é concedido gratuitamente por algumas operadoras a quem compra a passagem aérea com o cartão de crédito. Como 76% dos brasileiros usam esse meio de pagamento, há muita gente gastando à toa.
O mesmo vale para o conserto de eletrodomésticos. A maioria das empresas de seguro residencial, automotivo ou até seguro-fiança — cobrado de quem aluga um imóvel sem fiador — cobre o custo desses reparos. Relembre outros serviços gratuitos a que tem direito e saiba como usufruir de benefícios pelos quais você já está pagando.
Chaveiro, eletricista e encanador
Como funciona? Os serviços precisam ser agendados e solicitados via seguradora. 
Quem tem direito? Clientes de fiança de aluguel e seguros residencial e automotivo.
Vale a pena usar? Sim, porque esses serviços já estão incluídos em despesas que são obrigatórias. 
Seguro-viagem
Como funciona? Depois de realizar a compra de passagens aéreas com cartões de crédito, basta solicitar o seguro à operadora. 
Quem tem direito? Clientes de cartões de crédito internacionais ou platinum. 
Vale a pena usar? Sim, porque, com o benefício, cada passageiro poderá deixar de gastar cerca de 200 reais. Uma baita economia.
Assistente pessoal
Como funciona? O serviço de concierge ajuda a resolver pequenos problemas, como comprar ingressos para um show, reservar hotéis ou restaurantes, fazer compras em supermercado pela internet ou a cotação de preços de passagens aéreas.
Quem tem direito? Compradores de carros de alguns fabricantes e clientes de certos cartões de crédito e planos pós-pagos de celular.
Vale a pena usar? Depende. Se o seu cartão de crédito não prevê o benefício, não vale a pena elevar a anuidade para cerca de 300 reais ou contratar um plano de telefonia mais caro. 
Reparos em eletrodomésticos
Como funciona? O funcionário terceirizado pela seguradora comparece no dia e no horário agendados pelo cliente e cobra apenas o valor adicional das peças que precisam ser substituídas. 
Quem tem direito? Clientes de seguro residencial. 
Vale a pena usar? Sim, porque o benefício já está incluído e permite economizar com serviços que custam de 100 a 200 reais.
Desconto no estacionamento
Como funciona? O proprietário do veículo recebe de 10% a 50% de desconto no estacionamento de algumas redes.
Quem tem direito? Clientes de alguns seguros de carro. Basta verificar no site da seguradora quais são as redes de estacionamento credenciadas. 
Vale a pena usar? Sim, porque já está incluído, sem a cobrança de taxas extras.
Desconto no táxi
Como funciona? Alguns aplicativos de pedido de táxi, como 99Taxis e EasyTaxi, fizeram acordos com operadoras de cartão de crédito para oferecer descontos. 
Quem tem direito? Os clientes que fizerem o pagamento da corrida por meio desses aplicativos - e não diretamente ao taxista - usando o cartão.
Vale a pena usar? Sim, o desconto pode chegar a 30 reais.

http://mdemulher.abril.com.br/carreira/voce-sa/aprenda-a-utilizar-alguns-beneficios-que-voce-ja-paga-e-nem-sabe

10 brincadeiras para experimentar com as turmas da creche e da pré-escola

A educadora Dalila Jucá, coordenadora pedagógica do CEI Almerinda de Albuquerque, em Fortaleza, escreveu dois livros com sugestões de jogos para brincar com os alunos da creche e da pré-escola. Tudo pode ser feito sem muitos recursos e em espaços pequenos. Para nenhuma criança ficar de fora da diversão. A seguir, você confere as regras de 10 brincadeiras.


Queridos e Queridas, vou colocar o link , basta clicar :


Me esvaziar - Nivea Soares - versão ao vivo em Studio

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