segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ATIVIDADE DE LEITURA DE NOME PRÓPRIO

1. Pegar o nome no chão
A professora irá colocar no chão as fichas de chamada e pedir que 
as crianças, de um em um, retirem seu nome e coloquem no canguru 
ou mesa. 
Obs.: Os alunos que já conhecem seu próprio nome, a professora 
indicará o nome de um colega que deverá ser pego. 

 
2. Ditar os nomes para a professora. 
Perguntar às crianças quem tem o nome que inicia com a letra “A”, a crianças mostra sua ficha e o profº escreve o nome numa listagem. As crianças que não conseguirem identificar a letra inicial terão 
auxílio do profº, que mostrará na reta alfabética ou escreverá a letra 
na lousa para que as crianças identifiquem melhor. 
Terá o mesmo procedimento com todas as letras do alfabeto. 
Essa listagem deverá ser utilizada como apoio para escrita do 
próprio nome e dos colegas, para marcar os ajudantes do dia, etc. 

  
3. Leitura dos nomes. 
O profº fará chamada mostrando o cartão de chamada e fazendo 
intervenções como: 
De quem será este nome? 
Adivinhe se puder! Mostrar a primeira letra enquanto cobre as 
demais e vai descobrindo as letras (utilizando outro cartão) conforme 
as crianças falam os nomes. Falar a letra inicial do nome do referido 
cartão. 
Obs.: Repetir várias vezes. 

 
4. Localizar seu nome na lousa. 
O profº escreve o nome das crianças na lousa. 
Cada criança deverá identificar o próprio nome e apagá-lo 
ou circulá-lo. 

 
5. Procurar seu nome para escolher a atividade do Diversificado. 
Cada cadeira estará na roda identificada com um nome 
(utilizar o cartão de chamada). A criança deverá procurar o seu nome 
e levar a cadeira no cantinho que deseja trabalhar. 
Variação: esta atividade poderá ser feita com a brincadeira da dança 
da cadeira, na qual o profº organiza as cadeiras em círculo com as 
fichas em cima, conforme a música for parando, a criança que parar 
no seu nome pode sentar e assim espera até o último a 
pegar e sentar. 

  
6. Brincar de roda com nomes. 
Formar uma roda com as crianças colocando as fichas de chamada 
na frente de cada um. 
Dar as mãos e cantar a música “roda, roda, roda, pé, pé, pé, roda, 
roda, roda, caranguejo peixe é”, neste momento a roda deverá 
parar e a criança que parou em frente 

Retirado da Revista Gestão Escolar



http://atividadesdealfabetizacaodatialiu.blogspot.com.br/search/label/Alfabeto%20M%C3%B3vel

sábado, 10 de dezembro de 2016

EU SOU FILHO .....


10 fatos contemporâneos para refletir sobre racismo no Brasil

Senta aqui, amiga, precisamos conversar sobre o mito da democracia racial. Precisamos mesmo!


É muito comum ouvir que não há mais racismo no Brasil. Isso poderia ser um indicativo de que realmente vivemos a sonhada democracia racial, mas não é! Essa visão equivocada na verdade diagnostica algo preocupante: a absoluta falta de conhecimento a respeito da realidade alheia. É preciso abrir os olhos para avaliar o que nos cerca e é preciso aprender a ouvir o outro. Só assim dá para ter mais conhecimento sobre o que é a opressão racial. Afim de refletir melhor sobre o tema chamamos ao debate Djamila Ribeirosecretária-adjunta da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, mestra em filosofia e pesquisadora focada em política, feminismo e identidade negra.
Então aí vão 10 apontamentos para refletir sobre o racismo no Brasil de hoje.

1. A falta de conhecimento sobre o que significa a palavra “racismo”.

“Muitas pessoas confundem racismo com preconceito. Na verdade ele é um sistema de opressão que confere privilégios a um grupo racial em detrimento de outro. A ofensa racista é apenas uma das formas de sinalizar o racismo. É preciso ter uma noção mais ampla disso”, explica Djamila. Identificar esse erro comum é o primeiro passo para compreender o problema de fato.

2. Onde estão os negros?

Você já ouviu falar no “teste do pescoço”?  Trata-se de um exercício (proposto pelos ativistas Francisco Antero e Luh Souza) em que cada pessoa deveria esticar o pescoço para dentro de lugares como joalherias, hospitais particulares e universidades para ver quantos negros encontra. Somado a isso, também é imprescindível atentar-se à falta de representatividade negra na grande mídia e na política! Esse exercício simples é revelador e vai de encontro com às estatísticas da desigualdade. Para começo de conversa, o IBGE aponta que no Brasil um negro ganha, em média, 57% do salário de um branco. A população negra e parda representa 52% da população brasileira e 71% da população analfabeta (de acordo com um levantamento da UFRJ) e o IBGE indica, ainda, que os negros são apenas 0,11% dos mestres e 0,03% dos doutores no Brasil.

3. O espanto frente ao caso Maju.

Lembra do #SomosTodosMaju? Quem parou para ler a chuva de comentários nas redes sociais pode perceber que muita gente se espantou ao ver que ataques desse tipo ainda são uma realidade. Para Djamila, não adianta indignar-se e pensar que esse é um caso isolado, é preciso reconhecer o racismo como problema estrutural. “Não dá pra ter indignação seletiva, revoltar-se com o que aconteceu com a jornalista, mas calar-se quando é com o porteiro, com o menino da periferia”. A indignação é positiva, mas ela é inócua quando não existe reflexão sobre o problema. O que cada um de nós tem feito para mudar essa realidade que nos incomoda?
ReproduçãoReprodução

4. O comentário de Luana Piovani frente às ofensas sofridas por Taís Araújo.

Taís Araújo também foi vítima de ataques nas redes sociais. Na ocasião, Luana Piovani alfinetou a colega: “(…) Sacanearam ela na internet? Foi isso? Porque eu sou blaster sacaneada e xingada na net e nunca saíram em defesa (…)”, escreveu Luana no Facebook. Relativizar a discriminação é só uma amostra da falta de entendimento a respeito do racismo e da injúria racial. Não é sobre ~sacanear~, é sobre disseminar o ódio direcionado a uma parcela específica da população.

5. O mito do racismo reverso.

“Não existe racismo de negros contra brancos porque este é um sistema de opressão. Negros não possuem poder institucional para serem racistas”, aponta Djamila. Gente, precisamos falar sobre privilégios! Para quem acha que ser chamado de “branquelo” tem o mesmo peso dos ataques sofridos pelas pessoas de pele escura, basta pensar em quantas vezes você sentiu que alguém não quis sentar ao seu lado no ônibus por ficar incomodado com a sua brancura. Quantas vezes você teve medo de perder uma vaga de emprego por ser branca demais. Quantos olhares atravessados teve que encarar por ser a pessoa mais branca de todas em algum evento. O mito do racismo reverso é esdrúxulo simplesmente porque não há histórico de perseguição político-cultural voltada aos caucasianos enquanto grupo étnico. Simples assim.

6. A discriminação disfarçada.

É o bom e velho “não sou racista, até tenho amigos negros” unido ao “poxa, isso foi só uma brincadeira”. Apenas pare! Também é importante falar sobre outro problema grave: a naturalização da ofensa racista. Lembra da torcedora gremista que foi flagrada chamando o goleiro Aranha (do Santos) de macaco? Na época ela pediu desculpas publicamente e declarou“Aquela palavra macaco não foi racismo da minha parte. Não teve intenção racista. Foi no calor do jogo, o Grêmio tava perdendo”. Gente, a partir do momento em que a etnia do sujeito vira pretexto para um xingamento, você está sim sendo racista. Você está contextualizando aquela etnia de forma pejorativa e, com isso, reforçando uma ideia de menos-valia. “As pessoas sequer entendem o quanto isso é ofensivo, pois aqui no Brasil a gente viveu durante muito tempo acreditando no mito da democracia racial. É preciso falar mais sobre isso, pois essa questão foi banalizada”, diz Djamila.
ReproduçãoReprodução

7. O conceito de cabelo “bom” e “ruim”.

Esse é outro flagrante da reprodução de conceitos culturalmente estabelecidos para desvalorizar as características étnicas dos negros. Pare e pense: baseado em que é legítimo afirmar que um cabelo é melhor do que o outro? Com isso, também é importante compreender que o resgate do cabelo afro (a chamada transição capilar) é muito mais do que uma simples tendência de moda. Esse movimento diz respeito a uma revolução muito maior! “A nossa beleza foi estigmatizada, pois há um padrão eurocêntrico de beleza que inferioriza o negro. Valorizar as nossas características é um ato político, pois estamos indo contra esse padrão. Também vale lembrar sobre a importância de ver a beleza negra como algo diverso. Não existe uma única beleza negra, nossas características são muito variadas”, comenta Djamila.

8. O não-cumprimento da lei 10.639.

Você sabia que existe uma lei prevendo que a história e a cultura afro-brasileira sejam ensinadas em todas as escolas do Brasil? Essa lei está em vigor desde 2003, mas ainda é pouco fiscalizada. Segundo Djamila, alguns municípios fazem o acompanhamento junto às escolas, mas não há esforços à nível estadual e nacional. “A escola poderia ser um espaço muito importante de mudança, mas acaba sendo um ambiente de reprodução da mentalidade opressora”.
ReproduçãoReprodução

9. O desrespeito às religiões de matriz africana.

A tolerância religiosa é outro mito contemporâneo. Na política, o mesmo grupo que defende o direito à livre expressão das convicções cristãs é aquele que persegue religiões como umbanda e candomblé. Há poucas semanas, vereadores evangélicos de Petrolina/PE pediram ao Ministério Público que retire do Rio São Francisco as imagens de Iemanjá e do Nego D’Água, inauguradas há três anos. Eles alegam que as esculturas ferem a constituição, já que o rio é laico e não deveria estar ligado a religião alguma. A contradição tacanha é facilmente perceptível, uma vez que esse mesmo rio leva o nome de um santo católico. Mas isso parece não incomodar os vereadores. Se essa premissa da inconstitucionalidade fosse aplicada à risca, nem o Cristo Redentor escaparia! “A mitologia negra foi historicamente demonizada e essa é mais uma das facetas do racismo estrutural. As pessoas sequer se dão conta disso, pois essa demonização já foi naturalizada”, aponta Djamila.

10. O mapa da violência no Brasil.

Divulgado esse mês, o mais recente levantamento do Mapa da Violência fala especificamente sobre homicídio de mulheres. É muito assustador ver que, por mais que o número de homicídios de mulheres brancas tenha diminuído, a soma total de homicídios cresceu, tamanho foi o aumento do número de vítimas negras. Ou seja: nem mesmo a diminuição dos casos envolvendo brancas conseguiu fazer com o total de homicídios diminuísse. Entre 2003 e 2013, os homicídios contra mulheres brancas caiu 11,9% e o de negras aumentou 19,5%, o que acarretou num aumento total de 8,8%.
Mapa da Violência 2015 - Homicídio de mulheres no BrasilMapa da Violência 2015 – Homicídio de mulheres no Brasil
Já em 2013, o Mapa da Violência (no estudo intitulado Homicídios e Juventude no Brasil) informou que os negros representam 71,4% das pessoas assassinadas em nosso país. Em entrevista ao UOL, o coordenador das pesquisas Julio Jacobo Waiselfisz explicou o fenômeno: “Na prática, a população branca que tem mais recursos paga por uma segurança extra. Isso acontece nas lojas, nos shoppings para onde esse público vai. Na realidade, a população branca acaba tendo acesso a duas formas de segurança: a do Estado e a privada”.
Na teoria, a Constituição Federal prevê direitos iguais a pessoas de qualquer etnia. Na prática, infelizmente a realidade ainda é outra. E a gente precisa falar mais sobre isso. Todos nós! Se você não sente na pele a opressão racial, logicamente você não deve querer protagonizar essa luta, mas, como explica Djamila, pode contribuir para que ela ganhe força: “A pessoa branca está acostumada a ser representada em todos os espaços, por isso ela precisa aprender a ouvir o outro lado. A escuta é muito importante para compreender e respeitar a vivência negra”. Primeiro dar espaço à voz do outro, depois refletir sobre nossas atitudes individuais e, por fim, mudar o comportamento no dia a dia. Não espere que uma personalidade seja atacada para demonstrar solidariedade, reprima o racismo hoje mesmo. E sempre!


http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/10-fatos-contemporaneos-para-refletir-sobre-racismo-no-brasil/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

PÃO DOCE DE LEITE CONDENSADO DE LIQUIDIFICADOR

INGREDIENTES

    MASSA:

    • 1 lata de leite condensado
    • 1 lata de leite
    • 1/2 lata de óleo
    • 4 ovos
    • 1 pitada de sal
    • 50 g de fermento

    PARA O GLACÊ:

    • 1 colher de margarina
    • 2 colheres de açúcar
    • 1/2 xícara de leite morno

    MODO DE PREPARO


    Bater os ingredientes da massa no liquidificador, depois colocar em um recipiente e colocar 1 kg de trigo
    Misturar bem e colocar para crescer por 30 minutos
    Após o tempo de crescimento, amassar bem e fazer 4 pães em forma de trança
    Deixar crescer por mais 1 hora
    Levar ao forno e deixar assar até ficar dourado
    Após o pão pronto, passar o glacê


    http://www.tudogostoso.com.br/receita/11567-pao-doce-de-leite-condensado-de-liquidificador.html?utm_source=Facebook&utm_medium=tudogostoso&utm_campaign=+P%C3%A3o+doce+de+leite+condensado+de+liquidificador+

    Conhecendo mais o método Braille

    A vida dos cegos melhorou bastante após o desenvolvimento do Sistema Braile. Dispondo de um processo fácil de leitura, o gosto pelos livros estendeu-se amplamente entre os cegos e ocupou um lugar importante na sua vida. O conhecimento intelectual, sob todas as suas formas (filosofia, psicologia, teologia, matemáticas, filologia, história, literatura, direito e outros), tornou-se mais acessível aos cegos. Os benefícios do Sistema Braile estenderam-se progressivamente, à medida que as aplicações revelavam todas as suas potencialidades


    Cada célula braille possui 6 pontos de preenchimento, permitindo 63 combinações. Alguns consideram a célula vazia como um símbolo também, totalizando 64 combinações. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos.
    Cada ponto da célula recebe um número de identificação de 1 a 6, iniciando no primeiro ponto superior à esquerda, e terminando no último ponto inferior à direita, no sentido vertical.

    O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual certas células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras freqüentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto.
    Nos dias de hoje as novas tecnologias apresentam aplicativos para valorizar o Sistema Braile. A drástica redução de espaço proporcionada pelo Braile eletrônico é exemplo disso. Um livro em Braile com 2000 páginas, no formato A4, por exemplo, pode ocupar um CD. Uma vez introduzido no computador, o usuário tem ao seu alcance toda a informação não gráfica disponível, que pode ler através de um terminal Braile. Um outro exemplo é a facilidade de imprimir textos em Braile. Introduzidos no computador, os textos podem ser submetidos a um programa de tratamento específico e sair numa impressora Braile.
    Há também computadores que já conseguem traduzir do Braile e para o Braile. Atualmente há até alguns que conseguem imprimir páginas em frente e verso, reconhecer voz e transformá-la em Braile, entre outros recursos que facilitam o acesso de cegos à informática. Há também capas para teclado com as teclas em Braile. Estas se encaixam no teclado de modo que o cego pode digitar normalmente.

    Há ainda outros equipamentos como brinquedos de montar, relógios que permitem a verificação das horas por meio do tato, e outros. Há equipamentos que não utilizam o Braile e sim o som, para que os cegos possam ter melhor acesso. Muitos sites, computadores, e sistemas em locais públicos, já fazem uso desse método.

    Está cada vez mais comum a presença de livros sonoros, os audiobooks, nas livrarias brasileiras. Estes livros e a informática são muito importantes para o desenvolvimento cultural dos cegos, mas nada poderá ou deverá substituir o Braile como sistema base da sua educação. Tal como a leitura visual, a leitura Braile leva os conhecimentos que facilitam a assimilação daquilo que se lê. O Braile é, ainda, o único meio de leitura disponível para os cegos. Mesmo assim, é por meio dele que estas pessoas entram contato com a estrutura dos textos, a ortografia das palavras e a pontuação.

    Segundo notícia do site dos Correios, recentemente os cegos do Brasil passaram a dispor de um serviço postal pioneiro que lhes permite comunicar-se, por escrito, com as pessoas que enxergam. O Ministério das Comunicações e a Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais perceberam a importância e a necessidade de se criar o Serviço Postal Braile, que representa grande avanço na luta pela socialização dos deficientes visuais. A iniciativa valoriza a comunicação, divulgando e ampliando o acesso ao Braile.

    A transcrição é realizada pela Central de Braile dos Correios, e pode ocorrer em ambos os sentidos, tinta para braile e braile para tinta. Ela inicia suas atividades com capacidade de transcrição de 1000 mensagens por mês, desde um cartão de felicitações até uma carta. O serviço é gratuito, assim como o envio para a central de transcrições. Apenas é cobrado o valor da postagem para o destino desejado, ou seja, o mesmo valor de uma correspondêncianormal.

    As correspondências a serem transcritas deverão ser enviadas a partir de qualquer agência dos Correios de todo o Brasil, para o seguinte endereço: Av. Afonso Pena, 1270 - sala 202 - Belo Horizonte/MG - Cep 30130-971 - Central de Braile dos Correios. Os atendentes das agências estão aptos a orientar sobre esse serviço.



    Fonte: Documentário dobre o Bicentenário do Braile exibido no Globo News
               http://pt.wikipedia.org
    http://bllogdolivro.blogspot.com.br/

    HISTÓRIA DONA BARATINHA - ROTEIRO PARA PEÇA TEATRAL.



    CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA VER COMPLETO :


    05 ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM ALUNOS AGRESSIVOS

    Mordidas, tapas, puxões de cabelo... Até os 3 anos de idade, é comum a criança expressar seus desejos e frustrações com atitudes que não são lá muito delicadas. Esta atividade é sugerida para trabalhar com as turminhas do berçário mas pode ser adaptada para outras turmas da educação infantil.
    Cabe ao educador mostrar que há outras formas de se relacionar com o mundo. Vamos ver aqui 05 atividades práticas para ajudar neste processo.


    Cuidado com a boneca
    IDADE De 1 a 3 anos.
    TEMPO 30 minutos.
    ESPAÇO Sala de atividades.
    MATERIAL Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.
    OBJETIVOS Brincar de faz-de-conta durante o jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo. Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro – necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca  e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.

    Chuvinha de papel
    IDADE De 8 meses a 3 anos.
    TEMPO De 15 a 30 minutos.
    ESPAÇO Sala de atividades.
    MATERIAL Revistas e jornais velhos.
    OBJETIVOS Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas. Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.

    Papai veio brincar
    IDADE De 3 meses a 1 ano.
    TEMPO 30 minutos.
    ESPAÇO Sala ampla.
    MATERIAL Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.
    OBJETIVO Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.
    PREPARAÇÃO Decore o ambiente com os panos. Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.

    Jogo das expressões
    IDADE De 2 a 3 anos.
    TEMPO 30 minutos.
    ESPAÇO Sala de atividades.
    MATERIAL Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
    OBJETIVOS Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
    PREPARAÇÃO Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos
    de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira. Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.

    Caminhada solidária
    IDADE De 1 ano e meio a 3 anos.
    TEMPO De 5 a 10 minutos.
    ESPAÇO Áreas livres ou outros espaços.
    OBJETIVOS Desenvolver a ideia de grupo e a tolerância.
    Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.



    http://espacosaberinfantil.blogspot.com.br/2016/12/05-atividades-para-trabalhar-com-alunos_5.html

    DICA: COMO FAZER UM PORTFÓLIO - BAIXE EM PDF

    DICA: COMO FAZER UM PORTFÓLIO - BAIXE EM PDF
    DICA: COMO FAZER UM PORTFÓLIO - BAIXE EM PDF
    É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao for-mar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É neste sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado. Não há docência sem discência, as duas se explicam e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro.

    O que é um portfólio?

    • Portfólio é um conjunto dos melhores trabalhos já realizados por um profissional ou por uma empresa, geralmente reunidos com a intenção de apresentar sua experiência capacidade produtiva.
    • Conjunto de trabalhos realizados no período de atuação da profissão e/ou acadêmico.

    Qual a finalidade?

    Dentre as finalidades mais comuns, estão:
    • Pretensão de emprego/estágio, divulgação ou organização dos trabalhos já desenvolvidos.
    • O portfólio mostra a sua experiência, capacidade profissional, conhecimentos, criatividade, visão, entre outros aspectos.
    • Ele é seu “cartão de visita”.

    Como se faz um portfólio?

    Alguns pontos são essenciais:
    • Processo de criação: Saber como você chegou até aquela ideia.
    • Organização e clareza: Acima de tudo, seu trabalho tem que ser funcional.
    • Capacidade produtiva: Seja versátil.
    • Originalidade: Tente fugir das modinhas e dos clichês.
    • Criatividade: Experimente, combine, ouse.

    Existe portfólio Online, Impresso e Digital (PDF)

    O Portfólio Online fica em destaque. Basta acessar o link e pronto, seus trabalhos são apreciados com fácil acesso. E melhor, você pode manter sempre atualizado. Existem alguns sites para se fazer o portfólio, mas vou indicar o melhor deles, e o mais fácil de administrar. Também é muito útil para inspiração e exemplos.


    http://www.soescola.com/2016/09/dica-como-fazer-um-portfolio-baixe-em-pdf.html


    Como alfabetizar alunos especiais? – Material do MEC aborda o assunto

    Trata-se do caderno de formação Currículo na perspectiva da inclusão e da diversidade: as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e o Ciclo de Alfabetização, pertencente ao PNAIC (PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA.
    • refletir sobre os principais pressupostos teórico-metodológicos do currículo no contexto das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e acerca dos diferentes espaços-tempos de criação do currículo no cotidiano escolar;
    • aprofundar a compreensão sobre os princípios e os fundamentos da organização escolar em ciclos, bem como fazer uma reflexão acerca dos direitos de aprendizagem no Ciclo de Alfabetização;
    • aprofundar a concepção de avaliação defendida neste programa de formação continuada, bem como compreender a importância das práticas avaliativas inclusivas no currículo;
     
    • refletir sobre os desafios e as possibilidades do Ciclo de Alfabetização para as escolas do campo, dialogando com alguns limites e perspectivas da organização curricular das escolas multisseriadas;
    • ampliar os conhecimentos sobre a Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva, dialogando com práticas pedagógicas realizadas em turma do Ciclo de Alfabetização;
    • compreender a importância da diversidade linguística no Ciclo de Alfabetização, as implicações dessa diversidade para o currículo e seus desafios na melhoria da educação básica.
    Com informações do próprio caderno…

    http://oincrivelze.com.br/2016/01/inclusao-mec/

    atividades de adição






    fonte:http://atividades-escolares1.blogspot.com.br/

    APRENDENDO A DESENHAR

    CASO A IMAGEM SEJA DE ALGUÉM ME AVISE, PARA COLOCAR OS CRÉDITOS, NO MOMENTO INFORMO QUE TIREI DO FACEBOOK, DA PÁGINA PEDAGOGIA DAS CORES!!!!!!!























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