sábado, 12 de dezembro de 2020

A Teologia de Eliú: O sofrimento é uma correção divina?

A Teologia de Eliú: O sofrimento é uma correção divina?

A fragilidade humana e a soberania divina — O sofrimento e a restauração de Jó

Lição 11 CPAD – 13 DE DEZEMBRO DE 2020

Estudo Pastor e Professor Osvarela

Por motivos familiares este estudo será concluído posteriormente!

Dia da Bíblia

A Bíblia e o Jovem
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;” 2 Timóteo 3:16

<iframe width="880" height="495" src="https://www.youtube.com/embed/onMORXoQ3XQ" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>Comentarista: José Gonçalves

Texto Áureo: “Ao aflito livra da sua aflição e, na opressão, se revela aos seus ouvidos” (Jó 36.15).

Leitura Bíblica

Jó 32.1-4; 33.1-4; 34.1-6; 36.1-5.

Jó 32

1 — Então, aqueles três homens cessaram de responder a Jó; porque era justo aos seus próprios olhos.

2 — E acendeu-se a ira de Eliú, filho de Baraquel, o buzita, da família de Rão; contra Jó se acendeu a sua ira, porque se justificava a si mesmo, mais do que a Deus.

3 — Também a sua ira se acendeu contra os seus três amigos; porque, não achando que responder, todavia, condenavam a Jó.

4 — Eliú, porém, esperou para falar a Jó, porquanto tinham mais idade do que ele.

Jó 33

1 — Assim, na verdade, ó Jó, ouve as minhas razões e dá ouvidos a todas as minhas palavras.

2 — Eis que já abri a minha boca; já falou a minha língua debaixo do meu paladar.

3 — As minhas razões sairão da sinceridade do meu coração; e a pura ciência, dos meus lábios.

4 — O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.

Jó 34

1 — Respondeu mais Eliú e disse:

2 — Ouvi vós, sábios, as minhas razões; e vós, instruídos, inclinai os ouvidos para mim.

3 — Porque o ouvido prova as palavras como o paladar prova a comida.

4 — O que é direito escolhamos para nós; e conheçamos entre nós o que é bom.

5 — Porque Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito.

6 — Apesar do meu direito, sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão.

Jó 36

1 — Prosseguiu ainda Eliú e disse:

2 — Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.

3 — Desde longe repetirei a minha opinião; e ao meu Criador atribuirei a justiça.

4 — Porque, na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que é sincero na sua opinião.

5 — Eis que Deus é mui grande; contudo, a ninguém despreza; grande é em força de coração.



Objetivo Geral: Mostrar que o sofrimento pode ser usado por Deus com fim pedagógico.

Objetivos Específicos: Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Explicitar que Deus, como soberano, pode se revelar e falar por meio do sofrimento;

II. Destacar que a soberania de Deus não se sobrepõe ao seu amor;

III. Afirmar que Deus não tem prazer no sofrimento, mas pode usar as adversidades para nos educar.

A Teologia da Causa e Efeito.

A Teologia de Eliú defende a teologia de causa e efeito, fazer tudo como na moral diz, vai dar tudo certo, e o contrário. Mas, o lindo é que o que acontece com Jó, sem saber sobre o que se passava no conceito e na esfera do eterno campo místico, que o certo dá certo, quando é feito e realizado no sentido de que o justo passa pela aflição e não nega a Deus, mesmo gemendo e sofrendo ele sabia que o final daria certo, ou no mínimo ele veria seu Redentor, o que importava era ser fiel no meio a toda crise e sofrimento.

Deus estava no controle.

A situação aparentemente sem controle e a duvida de Jó não ter sido moralmente errado, e para sua surpresa o final, vai mostrar que a teologia de causa efeito, não podia ser aplicada no caso do sofrimento de Jó. Ele aparentemente sofria todo errado, mas Jó demonstrou que tudo estava certo.

Eliú é o crente “correto” e cria que sendo e tendo em si a presença divina poderia discernir o que Deus queria de Jó. Era quem tnha a Inspiração do Todo-Poderoso.

A ponto de, criticar os amigos de Jó quanto a forma de criticar Jó. Ele sim, tinha a capacidade para isto, por meio de sua posição:

Eliú é apologético ao entrar na conversa entre Jó e seus amigos. Ele ressalta que esteve ouvindo cuidadosamente as suas palavras e considerações (11) na tentativa de persuadir Jó acerca da justiça, mas eles foram incapazes de fazê-lo (12). Ele repreende os três amigos:

Não digam: “Achamos que ele é esperto demais para nós! Deus terá de refutá-lo, não o homem!” (13, Moffatt).

Jó 33

3 — As minhas razões sairão da sinceridade do meu coração; e a pura ciência, dos meus lábios.

4 — O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.

Jó 32

3 — Também a sua ira se acendeu contra os seus três amigos; porque, não achando que responder, todavia, condenavam a Jó.

4 — Eliú, porém, esperou para falar a Jó, porquanto tinham mais idade do que ele.

Jó 36

2 — Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus.

3 — Desde longe repetirei a minha opinião; e ao meu Criador atribuirei a justiça.

4 — Porque, na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que é sincero na sua opinião.

5 — Eis que Deus é mui grande; contudo, a ninguém despreza; grande é em força de coração.

CONTINUA
EDIÇÃO SEM REVISÃO

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